Almost one year…

On January I arrived in Ireland as an employee, arrived during the winter something that I already experienced here. But was different than the first time here. My friends the big part came back to Brazil, my flatmate changed a bit. The new routine was an intensive learning time.

After 6 months my connections with Brazil started to be more memories, my life move and the life of my friends also move. I tried to make more connections here in Ireland, connect my life with that new place, a and started to look for some social activity and I found the Coder Dojo was the best thing that I discovered to do on my free time.

The summer arrived and I went for the first time to a beach in Dublin, was I nice experience, a perfect sunny day it is a big event in Dublin, but the best thing is to see that everybody changes, some of them took a day off just to chill out in the sun. Some Irishes with red faces, wearing summer clothes and with a big smile.

I bought my first bike in Ireland, start to cycling to work a big part of the path close to the sea, really relaxing activity before work. I really love to do it. The problem has energy to cycling 28km every day(14km each way). My English is better but I have a long path to few comfortable with that. A work routine changes a lot and now I have more non-Brazilian friends this let me speak more English, this helps a lot.

It’s fall again new cycle start and now I few more prepared for that.

5 dicas para escolher um novo país para viver

No grupo do Front-end br começou discussão sobre morar fora do país, lá eu contei um pouco sobre minha mudança para fora do Brasil. Para quem não me acompanhar atualmente moro em Dublin desde 2016. Neste post vou dividir com vocês 5 pontos que visualizei antes e depois desse processo.

1 – Qual o objetivo desse mudança?

Primeiramente, você precisa ser perguntar quais são seus objetivos a curto e a longo prazo. E listar esses objetivos e tentar entender se a mudança realmente vai solucionar essas questões. Muitas vezes os objetivos de podem ser respondido no país em que você mora. No meu caso a curto prazo queria melhorar o meu inglês que na época era intermediário, isso era um ponto que me encomodava bastante, mas passado um ano morando fora descobri que esse é um quesito a longo prazo, pegar fluência em um idioma que não é seu exige tempo e esforço.

Outro ponto dentro desse curto prazo seria tirar um tempo pra mim, depois de quase 10 anos trabalhando na área eu precisava de um brake para repensar nos próximos anos.

Mesmo muito feliz com o elo7, a empresa que trabalhava antes de sair do Brasil foi no último ano eleita umas das melhores empresas pra se trabalhar:

Eu sentia que precisava de novos desafios, uma virada na carreira poderia ser um mindset para abrir novos horizontes, isso se encaixava na pergunta o que eu esperava a longo prazo, depois de anos trabalhando como funcionário eu queria algo que me motivasse a empreender ou criar um novo negócio. Conhecer outra cultura me visualizar de uma forma diferente em outro ambiente poderia ser um mindset para achar um gatilho para esse projeto.

Ter um objetivo a longo prazo ajuda vc traçar suas metas durante a sua caminhada onde quase todos os dias você irá se perguntar “o que eu estou fazendo aqui?”

2 – Busque informações sobre o local

Parece óbvio mas nem todo mundo tem a grana de visitar todos os lugares antes de decidir morar, o que eu fiz, passei meses assistindo vídeos no Youtube de quem morava nos lugares que pretendia ir:  Australia, Canadá e Dublin. Fiquei atento nos perfils dos youtubers como idade e interesses parecidos com os meus, assim eu tinha informações mais relevantes com meus objetivos.

Também buscava vídeos mais recentes porque eles retratavam um realidade mais próxima, pois 5 anos o panorama da cidade pode mudar bastante. Também procurei informações com amigos cada um da sua contribuição, as informações nesse caso eram bem validas diferente de um youtuber, eram amigos que entendia o seu perfil e as descrições dos lugares tinha um significado maior.

3 – Encontre uma cidade que se identifica com você ou não

A partir das informacões que reuni eu tinha um perfil de casa cidade, Dublin era uma cidade que estava próximo do que eu buscava. Qualidade de vida, um local com uma cultura muito rica, cidade com referência tecnologica, receptividade e integração. Eram os pontos que buscava numa cidade.

4 – A realidade vai diferente de tudo no final

Imaginar um lugar e viver nesse tal lugar exite um gap muito grande. Primeiro ponto reunir informações de outras pessoas não tras a sua realidade, cada pessoa enxerga o mundo de um jeito diferente e por mais informações que você irá reunir seu momento será totalmente diferente. Clima, momento da cidade, seu ciclo de amizades, seu  isso tudo é muito variável. A probabilidades são infinitas, é impossível de prever algo no final. Você pode te algo próximo do planejado, mas  claro depois que você chegar no lugar será sua experiência.

5 – Planeje-se

Todo esse movimento durou dois anos, pois todo custo da viagem eu que banquei. Fiz todas as contas possíveis e todas as cidades pretendidas morar, fiz uma planilha comparando diferentes cidades e diferentes tipos de custos, aluguel, escola, transporte público.

Mesmo com todos os dados levantados muitos custos sao imprevistos. O primeiro mês se gasta bastante você vai montar uma nova estrutura e um novo país. Outros valores que você esperava podem mudar em meses, por exemplo, o aluguel tinha a espectativa de gastar 700 euros num studio foi impossível achar algo nesse valor, quando tinha a concorrência era alta e as exigências eram uma lista infinita.

Em Dublin é uma luta achar um apartamento pra você morar sozinho, depois de dois meses procurando algo, aceitei que iria ter que dividir um ap com outras pessoas, que também é algo que demanda tempo. Esse foi um dos imprevistos, para isso você precisa ter uma segurança financeira.

Um site bastante útil é numbeo ele ajuda a comparar o custo de vida nas principais cidades no mundo. Com ele podemos comparar o custo entre cidades.

Por fim: Toda mudança necessita coragem

Meetups… Meetups… and Volunteer job

In 2013 I used for the first time meetup.com, I was in San Francisco for me was the best opportunity to visit some companies and practice my listening skills. Because the meetups are organized for companies like Google, Microsoft, Facebook, Github.  But my favorite meetups was the language exchange meetups, was the best experience meet people from different countries, was an opportunity to know I a little about different cultures.

2016 I arrived in Dublin and the platform still useful, but here in Dublin has some differences between San Francisco, the first thing the city are totally different, San Francisco has more Asians students, Dublin is full of Brazilians.

For me, the language exchange doesn’t work like San Francisco, because here in Dulin 90% of the group are Brazilians with a beginner or intermediate level. In San Francisco was common find an American trying to learn: Portuguese, Japanese or Spanish. Here is not common Irish engaged with this kind of event.

If you want to practice your conversation skill, try surf groups, running groups or dancing groups. These groups there are more native speakers than a language exchange group. Volunteer jobs also are a great opportunity to integrate with the local culture.

If you are a developer like me, there are more tips for you; the first some IT events need Volunteer, for example, WordCamps.

You can search for WordCamps next to you here:
https://central.wordcamp.org/schedule/

Social media week it is an event about marketing also is possible work as a volunteer:

Get Involved

One Month ago, I started a new volunteer as a teacher in a Coder Dojo in Dun Laoghaire:

https://zen.coderdojo.com/dojo/ie/dun-laoghaire/digital-dun-laoghaire

Basically, I’m teaching programming for children between 07 and 11 years old. It’s is a great opportunity to be integrated into the local community. There we use Scratch, It’s a drag-and-drop code tool, perfect for teaching children because is so visual.

During the Dojo, the children choose the challenge to code using a guide called sushi card.

http://kata.coderdojo.com/wiki/Scratch_Path

The coder dojo Dun Laoghaire happen every Monday at Starbucks Marine Road (beside Nando’s). For me it’s one the best activities during my week, the children are so nice and have the feeling that I’m contributing to something.

Actually, we need more mentors if you are interested just fill the form to be a volunteer: https://coderdojo.com/volunteer/

First month again

Here I’m again, my second first month in Dublin. The first time as a student, eight months living in Dublin was a great experience. Broke some concepts and rebuilt me again, an exchange after 30 years was a great experience. One day I told to a friend “we don’t travel abroad, we travel internally in ourselves”. Get out of the comfort zone make us look for ourselves in a pure state, we are abroad without family, friends and masks that we were building during years trying to be someone that we want to be, but sometimes not exactly who we are.

Now it’s a new time, After two months waiting for my visa, I  started to work in a digital agency Inspiration Marketing. Now I already know the city, understand how the city works, how the seasons works here, we are like old friends. But now I have a different feeling, the relationship between Dublin and me have another meaning. I have the possibility to make real plans, with a job it’s possible to make plans for a long time.

Every day wake up at 6:45 AM, prepare my lunch, take the DART to my job, work the whole day and back top home. The classes are substituted for normal work days, but I still learn the routine with native speakers are totally different than students. My team is so patient they know “I’m not a native speaker.”

During the first days; I figured out that I didn’t see so much the city like when was a student, the time for entertainment it’s more restrict, but It’s not so bad I have more time to planning my trips and my routine in Ireland.

It’s just a begin, I’m happy about everything and waiting the whole new experiences that will come.

5 coisas que você deve saber antes de se mudar para Dublin

A quase um ano cheguei em Dublin, nesse post vou listar as 5 coisas que notei como Brasileiro logo quando cheguei aqui na terra da Esmeralda. Não são necessáriamente pontos positivos ou negativos são apenas particularidades no meu ponto.

1 – Guarda chuva não funciona aqui

Quando vir para Dublin traga casacos à prova d’agua essa é a melhor opção(vai por mim), além de chover quase todo dia os ventos são muito fortes, ou seja seu guarda-chuva se não tiver cuidado vai durar poucos dias. Não estou brincando oficialmente chove metade do ano.

2 – A balada acaba cedo

Uma coisa que achei estranho quando cheguei aqui, você pensa que todo lugar é igual ao brasil, onde você se prepara para sair depois as 23h, veio para Dublin: Esqueça isso.

Pubs e baladas aqui acabam no máximo 2:30, ou seja, se quer curtir a noite você vai precisar mudar de hábito. Mas isso é bem comum na Europa e em outros paises. Poucas são as cidades que a noite passa das duas horas da manhã. Não só balada mas também os estabelecimentos comerciais também fecham cedo, mas nada tão grave com o tempo vc se acostuma.

3 – Dificilmente você vai morar sozinho

Caso venha como estudante será uma loteria achar um local barato e que aceite estudante. Primeiro Dublin vive uma crise imobiliária, hoje tem mais gente que casa para alugar na cidade isso causou um crescimento absurno no custo com aluguel.

Segundo ponto anos atrás era possivel fazer contratos de seis meses, mas com o aumento da procura as imobiliárias só aceitam contrato de 12 meses no mínimo. Isso corta as possibilidades dos estudantes que só possuem no papel 8 meses de visto(claro vc pode renovar), mas as imobiliárias falam: o que garante que você vai renovar. Ou seja venha preparado para dividir casa ou ap. Se o objetivo é estudar inglês, dividir casa com estrangeiros vai ajudar no seu desenvolvimento.

4 – Você não está 100% seguro

A criminalidade aqui existe mas é bem menor que países como o Brasil, mas tretas acontecem aqui. Pequenos furtos e roubo de bicicletas são os fatos mais comum. Se anda em regiões centrais com bastante movimento cuidado com carteiras e mochilas.

5 – Aqui tem muito Brasileiro

Brasil é responsável por 22% dos estrangeiros na Irlanda, boa parte residente em Dublin, Dublin tem mercado brasileiro(melhor coisa para fazer um churrasco brasileiro), restaurante brasileiro, aula de jiu jitsu, coxinha, pão de queijo, pub com noite de forró, pub com noite de roda de samba. Você nunca vai sentir saudade do Brasil aqui.

 

Back to Dublin

Was a long wait after a period of two months in Brazil now I’m back to Dublin, but during this time visited some friends and stay close with my family. This break happens because I was waiting for my work permit in Ireland.

How was in Brazil?

But was a good time to see that something never changes in Brazil and another that I didn’t spect started to change. I meet some friends that are trying make the difference in some cities. There is a development about IT in Caruaru my hometown that I was proud to discover it, but the city is ten years late, there are plans to make a technological park, but this thing must do ten years ago, and I hope this project turns reality.

The return

After a huge holiday, I’m back to Dublin; this time is different. I’m not a student now; I have a job and a routine. Now my life is entirely different even I live in the same city and the same house. Sometimes I looked to some students comes a nostalgic feeling, but this time pass and now started a new cycle.

I begun to work in a digital agency called Inspiration.ie the company is specialised in WordPress websites it’s good to come back to a digital agency in another country it is a new experience.

Next steps

My plan for this year is to improve my skills, participate more in the European WordPress community. Continue to be a volunteer in the events around Europe and started more personal projects, use more new stuff like Angularjs 2 and React.js.

Meu Primeiro dia na Irlanda

Numa manhã de quinta-feira às 6:40 o despertador toca, levanto para o meu primeiro dia na Irlanda, tomo café ponho minha roupa às 7:30 desço a Parnell Street sentido O’Connel Street, olho para as pessoas na rua, vejo um casal que se despede e tomam sentidos opostos, talvez vão para o seus respectivos trabalhos. Ando mais alguns metros e cruzo uma moça oriental com um carrinho de bebê toda atabalhoada, dou um sorriso sem resposta, nada fora do normal orientais as vezes são bem fechados.

Chego na O’Connel Street uma das principais ruas, olho para o The Spire aquela estrutura metálica no meio da cidade sempre contrastando com toda aquela arquitetura antiga, numa manhã relativamente quente com seus 14 graus sigo para meu destino. Observo algumas pessoas se arriscando com menos casacos, penso “realmente começou a primavera”. Cruzo o rio Liffey e sempre olho para o prédio da Heineken que sempre me passa uma mensagem ousada e desafiadora estar justamente no meio da terra da Guinness.

Às 7:50 chego ao meu destino o prédio da imigração Irlandesa. Sim! “Hoje é o dia” de tirar meu visto de estudante, a fila já contornava o quarteirão quase com uma volta completa, vou caminhando tentando achar o final da fila e começo a escutar vários idiomas russo, português e espanhol. Olho para toda aquela turma bem compactada tentando fugir do vento frio. Às 8:00 a fila começa a andar, cada vez mais ansioso.

Após 40 minutos pego minha senha de número 171, com um leve sorriso me dou conta que algumas piadas só fazem sentidos em locais específicos nesse caso, para nós brasileiros. O atendente confere meus documentos e pede para voltar às 14:00 da tarde.

number 171

Vou para escola mas foi quase possível estudar, tento me concentrar mas só tenho cabeça para resolver a questão do meu visto. Os minutos vão se arrastando, uma hora minha classmate começa a brincar perguntando se eu não tinha dormido na noite anterior, respondo que vou resolver uma questão que já estava incomodando a algum tempo. Não aguento a aula terminar peço para sair meia hora antes da aula terminar sigo pra casa para almoçar antes de voltar na imigração.

Pego um cartão de débito com meu amigo Caio para pagar o meu visto, já que ainda não tenho conta no banco. Caio também me ajudou a comprovar os 3mil euros um processo meio complicado aqui na Irlanda que tinha falado no post anterior (consegui comprovar o valor depositando na conta do Caio e retirando um Bank Draft). Com o cartão em mãos, sigo para a imigração chegando lá a fila já estava no número 151. Trinta minutos depois minha senha é chamada e um atendente simpático pede os documentos necessários e o pagamento do visto no valor de 300 euros, lembrar que este valor só pode ser pago com cartão de débito irlandês. Tiro minhas digitais e sou avisado que tenho que aguardar o meu GNIB (o Visto de estudante). Às 18h saio do prédio da imigração com minha carteirinha e menos 100 quilos das minhas costas.

Que não acompanhou os posts anteriores, já estou na Irlanda a mais de um mês e durante esse tempo os bancos e governo mudaram as regras para abrir conta em banco, isso acabou prejudicando os estudantes que chegam no país sem nenhum comprovante de residência, foi mais de um mês tentando, entender as novas regras, varias tentativas de abrir uma conta no banco e achar uma alternativa para tirar o GNIB. As regras para estudantes na Irlanda estão ficando cada vez mais restritas, mas essa nova regra tinha relação com os problemas de lavagem de dinheiro. A solução veio por conta própria, a agência Global não ajudou em nada, a escola ATC também bem perdida pouco se mexeu para dar uma solução.

A sensação de quando peguei o GNIB foi que a minha viagem tinha começado naquele momento. Resolvido essa questão poderia apenas me preocupar com os estudos, pegar um emprego part-time, poderia viajar para qualquer lugar e garantir minha estadia por 8 meses. Após sair da imigração, fui encontrar meus classmates em um pub muito legal chamado The Breazen Head, conversando com meus colegas todos tinham a mesma sensação da experiência do antes e depois do GNIB. Assim a noite terminou com muitas gargalhadas, pints e músicas.

pup