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A audiência caiu com o plugin de AMP, e agora?

Uma pergunta no meu canal chamou-me atenção para fazer este post:

Cara, fiz o amp aqui no meu site, mas as visitas caíram 70%, sabe-me dizer se tem algum motivo principal para isso?

Isso é uma pergunta que as causas podem ser diversas, mas nesse posts vamos listar alguns possíveis problemas, vou focar no plugin oficial do Google, mas algumas regras podem ser aplicadas a outros plugins. Primeiramente você precisa entender como funciona o plugin de AMP, as suas limitações e o modos que ele trabalha, eu tenho o vídeo no meu canal do Youtube onde eu explico mais sobre eles, mas em resumo nos temos:

  • Modo leitor, com uma experiência mais simples onde você não precisa se preocupar como os problemas de javascript.
  • Modo de transição, onde você tem parte do seu conteúdo em AMP e não AMP
  • Modo padrão, onde seu conteúdo por padrão será AMP, mas para isso você precisa utilizar plugins e temas compatíveis.

Uma vez que o seu site já está em produção, o ideal é verificar o desempenho do seu site na versão AMP e não AMP na busca. Os dois primeiros modos disponibilizar duas versões para o seu site se analytics estiver habilitado acompanhe a audiência em ambos e veja se vale a pena ou não ir full AMP.

Falando em Analytics vamos falar o que interessa, a lista de items que pode afetar a sua audiência:

1. Esquecer de ativar o Google Analytics

Parece algo banal, mas é algo bastante comum. Você instala o plugin e não configura o Google analytics e vê a sua audiência despencar, neste caso você não está perdendo audiência, mas está deixando de monitora-la. Quando você trabalha com AMP a forma de adicionar o script de monitoramento do Google Analytics muda, é preciso de uma tag específica para realizar a contagem de visitas do usuário. Você pode realizar a inclusão de diversas maneiras:

  • Adicionando a configuração: para isso você irá precisa do ID do seu Google Analytics, e ir nas configurações do plugin AMP, selecionar analytics e adicionar o código JSON para monitoramento.
  • Segunda forma é através do plugin Site Kit
exemplo da tela de adição do código do analytics

2. Deixar as páginas AMP com erros

O primeiro requisito para a sua página ser indexada nos resultados de busca do Google como uma página AMP, é ser uma página Válida em outras palavras: não deve conter erros AMP.

Se você publicar uma seu projeto cheio de erros AMP, dependendo do formato que você escolher(Leitor, padrão e transição). Você irá tirar todas as suas páginas da busca. O ideal é se você não tem um tema compatível, você deve escolher ou o modo leitor, ou o modo de transição e monitorar os erros da sua página.

3. Mudança de tema junto com a instalação do plugin

Muitas vezes a solução é mudar para um tema compatível, mas antes de fazer a migração você deve prestar atenção em alguns fatores:

  1. Mapa de navegação, preste atenção se o tema tem esquema de navegação similar ao tema que você utiliza. Caso queira realizar a mudança na navegação lembre de submeter o novo sitemap.
  2. O esquema de títulos de páginas permanecem os mesmos.
  3. Desempenho do tema, o tema na versão AMP tem um desempenho melhor ou pior ao seu tema anterior
  4. Monitore os erros 404 da sua aplicação

4. Falta de acompanhamento na transição

Tudo ocorreu bem durante a migração, páginas estão válidas, esquema de navegação não foi alterado, e agora?

Monitore… Monitore… Monitore…

O trabalho de melhoria de um aplicação web é contínuo, muitas vezes as pessoas instalam um plugin e depois largam a aplicação como se tudo já estivesse ocorrendo bem. Sempre é bom acompanhar o seu site e a melhor ferramenta para ver o desempenho de sua aplicação na busca do Google é o Search Console.

Nele você pode acompanhar como o seu site se comporta na busca e quais páginas AMP estão sendo indexadas na busca do Google. Caso escolha o modo leitor e de transição, é muito importante comparar o desempenho entre as duas versões, a versão AMP e a versão AMP. Com isso ver se faz sentido migrar ou não e onde você deve melhorar em sua versão AMP.

Página de monitoramento do Search Console

5. Mudanças nos requisitos da busca

Vale lembrar que você não é o centro do universo, as vezes a mudança na sua audiência pode está relaciona com alguma mudança no rankeamento do Google, por exemplo, Core web vitals são novas regras que alteram os fatores para sua página possuir um bom posicionamento na busca, ele está sendo introduzido gradualmente desde do mês de Julho de 2021.

Dependendo de qual modo você utiliza em sua aplicação para entregar páginas AMP e páginas não AMP sua queda na audiência pode estar ocorrendo na suas páginas não AMP, por exemplo, ou Suas páginas AMP precisam de atenção.

Lembrando que AMP ajuda a melhorar o despenho no front-end de sua aplicação, problemas como entrega de imagens e resposta do servidor pode afetar o tempo de entrega do seu conteúdo.

6. Por fim time que se ganha não se mexe

Se o seu tema não AMP já tem um ótimo desempenho, você possui noções de desenvolvimento e realiza manutenções frequentes na sua aplicação. Você precisa realmente mudar sua aplicação para AMP ?

  • Antes de realizar a migração, teste quão melhor é sua versão AMP comparada a sua versão não AMP?
  • Quanto a versão AMP afeta as funcionalidades da sua aplicação?
  • Quanto tempo você tem para atualizar sua aplicação.
  • Qual é o melhor modo referente a sua aplicação

Alguns casos a instalação de AMP pode não ser necessária, caso você já tenha um tema com um ótimo desempenho, para isso você pode testar sua aplicação na página de relatórios do web.dev

Sempre estude as vantagens de uma tecnologia antes de usar veja os seus pros e contras. Como essa tecnologia se adequa a sua realidade, pois não existe bala de prata e sim existem ferramentas para cada tarefa.

Eu utilizo o plugin do AMP a mais de dois anos, mas claro utilizo o tema padrão do WordPress e não uso nenhum plugin mirabolante, o meu foco principal é o conteúdo e não preciso preocupar-me com melhorias de desempenho nas minhas páginas ou melhorias para dispositivos móveis, o plugin toma conta disso tudo para mim.

Para mais posts sobre AMP acesse o link da página da categoria

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Plugin Web Stories do Google versão 1.0

Recentemente fiz um post testando a versão beta do plugin e na semana passada saiu a versão 1.0 do plugin. Com uma série de correções e melhorias. Nesse post iremos falar sobre as novidades do plugin em sua versão 1.o.

Telas principal do repositório de plugins do wordpress
Plugin oficial do google para web stories

1 – Mudança dos endereços

Umas das mudanças da versão beta para a versão final foi a alteração do URL /stories/ para /web-stories/. O agora todos os seus stories ficarão na pasta web-stories mas isso será mais relevante caso tenha utilizado o plugin na versão beta.

2 -Salvar cores e fontes

Umas dos pontos que tinha até criado uma issue no github era a opção de criar opções pré-definidas para fontes e cores. Agora na versão 1.0 temos a opção de salvar cores estilos de texto.

propriedades salvas no editor visual
Opções salvas no editor visual

3 – Melhorias em acessibilidade

Uma série de melhorias relacionadas a acessibilidade foram incluídas nessa versão sempre quando o elemento possui um contexto de acessibilidade uma aba de acessibilidade será exibida no menu de contexto, como podemos ver na imagem a seguir:

opções de acessibilidade no editor visual
Images e vídeos possuem a opção de adicionar texto descritivo

Além de melhorias referentes a conteúdo o editor visual também possui melhorias, como teclas de atalhos e navegação e edição via teclado.

4 – Integração com imagens e vídeos do Unsplash

Imagens e vídeos tem um importante papel da criação do seu web stories ter uma imagem relativa ao seu conteúdo demanda tempo para seleção e upload desse conteúdo. Com o plugin de web stories possui uma integração com o repositório de imagens unsplash.

galeria de imagens unsplash
Integração com o repositório de imagens unsplash

5 – Canal Google Web Creators

Umas das novidades junto com o plugin foi o lançamento do canal Google Web Creators, uma iniciativa para apoiar criadores de conteúdo na Web.

Vídeo de introdução do Google Web Creators

Então essas são as novidades que eu gostaria de listar em breve estará saindo mais um vídeo no canal sobre Web Stories. Caso queira ler mais posts sobre o WordPress acesse a página da categoria.

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Web Stories para WordPress

Stories nos últimos anos se tornou um dos conteúdos mais consumidos no mundo dos dispositivos móveis, formato introduzido pelo Snapchat se popularizou no Instagram e em seguida se espalhou pelo facebook, whatsApp e recentemente foi adicionado no LinkedIn.

Um ponto que todas essas plataformas tem em comum? Elas são plataformas privadas o conteúdo gerado nessas plataformas estão a controle de terceiros. Em fevereiro de 2018 com uma iniciativa de adicionar o recurso a web aberta, AMP lançou stories para web. O recurso está disponível no framework onde você pode criar seus próprios stories para qualquer dispositivo mobile independente do sistema operacional e sem a necessidades da instalação de um App.

Já se passaram dois anos e porque estamos falando de stories só agora? No Google I/O do ano passado tivemos o anúncio da inclusão de web stories nos resultados da busca do Google, esse resultados vão estar disponíveis no Google Images e Discovery(2019 o recurso teve 800 milhões de usuários ativos mensalmente).

Esse anúncio trás um novo significado para o recurso, agora temos uma nova oportunidade de capitalizar usuários de forma orgânica, atualmente o recurso está em formato de teste nos Estados Unidos e será lançado em outras regiões ainda esse ano.

Video de apresentação do web stories no Google I/O 2019

Web Stories é uma incógnita inicialmente alguns portais como Washington Post e CNN estão fazendo uso do recurso. Mas a pergunta é: stories é utilizado em sua maioria em redes sociais, será que o formato irá vingar em caracter informativo?

O plano inicial do Google é utilizar o recursos nas seguintes categorias:

  • Viagens
  • Filmes
  • Receitas
  • Fashion
  • Games
  • Shows de TV

Como criar Web Stories

A implementação dos Stories é em AMP teremos dois caminhos programando ou utilizar um editor visual. Depois de implementado os web stories seu conteúdo precise seguir alguns critérios para isso podemos testar nosso Web Stories com Search Console onde entraremos em mais detalhes a seguir.

Para a criação de web stories com programação vou dedica um post exclusivo para esse post vamos ter uma introdução e ver alguns conceitos relacionados utilizando editores visuais. Os editores visuais temos algumas opções plataformas gratuitas com recursos premium como:

makestories amp stories visual editor

Anteriormente tínhamos o plugin de AMP que tinha como recurso a possibilidade de criar AMP Stories esse recurso foi descontinuado no plugin de AMP oficial e o Google começou a focar em um plugin exclusivo para AMP Stories agora chamadoWeb Stories para WordPress. O plugin está na sua versão beta assim como o Site Kit o Google utilizou a mesma estratégia está utilizando sua base de seguidores para testar o plugin antes do seu lançamento no repositório oficial.

Como mencionei anteriormente o plugin está na versão beta então muita coisa ainda vai mudar e se caso queira testar o plugin saiba que ele ainda não está 100%. O plugin tem previsão para ficar disponível non final do verão nos EUA isso pode ser por meados de Setembro.

Plugin Web Stories for WordPress

Agora vamos falar sobre o plugin, vou realizar um teste aqui no meu blog e monitorar como se comporta a audiência referente aos stories. Para isso vamos instalar o plugin caso estiver lendo esse post após o lançamento do plugin no repositório oficial do WordPress o processo de instalação será diferente.

Mas caso queira instalar a versão beta os passos serão

1. Baixar o zip do plugin no endereço https://google.github.io/web-stories-wp/beta/

Página do plugin versão beta do WebStories

2. Logar no painel do WordPress em que você deseja instalar o plugin

3. Ir na seção plugin no menu lateral esquerdo e selecionar “adicionar novo”

Tela da administração de plugins

4. Na tela de adicionar novo escolher a opção no topo “Enviar plugin” e enviar o zip que acabamos de baixar no site do plugin.

Tela adição de plugins

5.Após o envio clique em “ativar plugin

último passo ativando plugin

6. Quando instalado o menu de stories ficará disponível na sessão Stories no seu menu lateral e ele terá o seguinte visual:

Criando Web Stories com o plugin

Instalei o plugin no meu blog pessoal, para esse post eu criei dois Stories como teste. Quando você clica em adicionar Web Stories a primeira impressão é que você está trabalhando eu outro software, o editor visual com um tema dark como podemos ver na imagem a seguir:

Editor de Web Stories

Primeiro passo foi criar minha primeira história, alguns momentos é difícil de identifica se o elemento na tela é editável ou é apenas uma informação, por exemplo, Rascunho automático é o título do meu stories completo e também vai definir o slug do meu story.

Mas o editor gráfico é completo com várias opções de edição alguns momentos a resposta não é precisa mas normal para um plugin que está na sua versão beta.

Criei dois stories sobre posts antigos em meu blog referente a lista de coisas que aprendi depois que me mudei para Dublin então já tinha o conteúdo a maior parte do trabalho foi achar as imagens. Cada Story contém 6 páginas. Com titulo e descrição a inclusão de texto é livre mas temos alguns items que são relevantes a validação de nosso stories.

Nesse post vamos focar no processo completo de criação de stories. Para o processo de edição de stories melhor material é seria gravar um vídeo com um passo-a-passo. Mas depois que concluímos o nosso Story temos que ficar atento a alguns pontos:

  • Primeiro no menu lateral direito temos os controles sobre o documento, como configurações gerais. Para ter um story válido precisamos de um ícone e uma imagem de cobertura esses itens serão essenciais para busca.
  • Quando completo o processo teremos um permalink para o nosso story em um endereço começando com /stories/, por exemplo : https://blog.fellyph.com.br/stories/5-coisas-que-aprendi-no-meu-primeiro-ano-de-trabalho-na-irlanda/
  • Possivelmente esse processo irá mudar mas na versão beta precisa desse link pra adicionar em nosso bloco Gutenberg como na imagem a seguir:
Exemplo de bloco web stories

Validando suas web stories

Depois de tudo pronto o último passo para verificar se nossos stories são válidos para os cards especiais na busca é validar nossos stories com Search Console https://search.google.com/test/amp, para testar sua web story você precisa somente passar o endereço de sua web story e assim você terá o feedback:

Conclusão

Quando comecei a escrever esse post tinha minhas dúvidas sobre web story após começar a criar stories comecei ver alguns benefícios. Por exemplo no meu blog sempre faço essas listas: “5 coisas que aprendi como…” ou “5 erros comuns na hora de…” e o esforço pra criar esse conteúdo foi mínimo, primeira web story passei 30 min para criar mas desse tempo maior parte foi escolhendo fotos e entendendo a interface do editor visual as seguintes foram mais rápidas em torno de 20 a 15 minutos.

Primeiro conteúdo que veio em mente para os stories foi reciclar meu conteúdo já existente isso pode ser uma boa forma de renovar seu conteúdo dando mais alternativas para os leitores. Por fim vou criar mais alguns stories e esperar um impacto na audiência do meu blog.

Sobre a experiência de edição o plugin está na versão Beta muita coisa ainda não funciona 100%. Mas se o Google colocar o mesmo investimento que fizeram no Site Kit em 3 meses teremos uma versão 100% estável.

Vale a pena investir em Web Stories? Como toda nova tecnologia essa é uma aposta você pode sair na frente da concorrência e assumir os riscos ou esperar ver como o mercado irá reagir e investir com mais segurança mais ai sua concorrência será ainda maior. Particularmente você não tem nada a perder pegue seus posts que não tem aquele desempenho e adicione stories e veja se você tem alguma melhoria no tráfego.

Mais posts sobre acesse a página da categoria WordPress.

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Adicionando Analytics em páginas AMP

Accelerated Mobile Pages (AMP) é uma plataforma usada para construir conteúdo estático de forma rápida. AMP possui o componente que permite mensurar as interações do usuário com Google Analytics em páginas AMP.

Configuração básica

Para criar uma instalação básica do Google Analytics em uma página AMP, copie e cole o código base a seguir e substitua <GA_MEASUREMENT_ID> pela a propriedade ID do seu Google Analytics.

<script async custom-element="amp-analytics" src="https://cdn.ampproject.org/v0/amp-analytics-0.1.js"></script> <amp-analytics type="gtag" data-credentials="include"> <script type="application/json"> { "vars" : { "gtag_id": "<GA_MEASUREMENT_ID>", "config" : { "<GA_MEASUREMENT_ID>": { "groups": "default" } } } } </script> </amp-analytics>
Code language: HTML, XML (xml)

Como funciona Google Analytics em páginas AMP?

O componente <amp-analytics> é um extended component para habilita-lo precisamos carregar o script responsável para carregar o componente:

<script async custom-element="amp-analytics" src="https://cdn.ampproject.org/v0/amp-analytics-0.1.js"></script>
Code language: HTML, XML (xml)

Depois de incluir o script precisamos configurar nosso componente amp-analytics, primeiro atributo é o type, define qual o tipo de tracking iremos trabalhar nesse caso vamos utilizar o “gtag” mas o componente aceita uma lista extensa de ferramentas de tracking:

O segundo atributo é o data-credentials ele ativa a capacidade de leitura de cookies em uma solicitação específica por meio de um atributo config.

AMP não permite JavaScript fora de seu controle ou por bibliotecas não aprovadas; portanto a configuração das ferramentas de monitoramento precisa ser realizadas através de um JSON. No caso do Google Analytics dentro do nosso JSON precisamos de uma propriedade gtag_id(o id do nosso Google Analytics) válida e as configurações para definir como iremos realizar o monitoramento definido pelo atributo config

Tráfego AMP vs. Tráfego não-AMP

O tráfego AMP utiliza IDs de clientes diferentes daquele para o tráfego da Web por padrão. As páginas AMP são carregadas mais rapidamente e mostram padrões de tráfego diferentes dos correspondentes de uma página web padrão, o que geralmente significa que você irá obter métricas diferentes entre páginas AMP e não-AMP.

O uso de uma propriedade separada pode ajudar a medir o tráfego AMP com uma melhor análise das métricas. Se vc precisar usar uma única propriedade para medir o tráfTego AMP e ano AMP, use uma dimensão de fonte de dados ou uma dimensão personalizada para distingui-los.

Por padrão, o Google Analytics envia o valor “AMP” pela dimensão da fonte de dados. Use esse valor para segmentar, filtrar ou analisar o conteúdo AMP versus o conteúdo não-AMP.

Assim conseguimos adicionar Google Analytics em páginas AMP. Para ver mais conteúdo sobre AMP acesse a página da categoria ou deixe um comentário.

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Compartilhando conteúdo nas redes sociais com AMP

Nesse post iremos ver como compartilhar conteúdo nas redes sociais com AMP. Compartilhamento de conteúdo é um dos pontos chaves para trazer novos usuários para sua aplicação e um pontos chaves na plataforma AMP por questões de perfomance é o bloqueio de scripts de terceiros, ou seja, por vias tradicionais é impossível utilizar o botões de compartilhamento de plataformas como Twitter e Facebook, uma solução rápida é a utilização da share API, mas ela é apenas suportada por browsers mobile.

Mas isso não significa que AMP não suporta compartilhamento de conteúdo. Para isso temos o componente amp-social-share com ele podemos compartilhar conteúdo com diferentes opções:

  • Web share api
  • Email
  • Facebook
  • Linkedin
  • Pinterest
  • Tumblr
  • Twitter
  • Whatsapp
  • LINE
  • SMS

E seu uso é bem simples, primeiramente precisamos carregar os script amp-social-share-0.1.js:

<script async custom-element="amp-social-share" src="https://cdn.ampproject.org/v0/amp-social-share-0.1.js"></script>
Code language: HTML, XML (xml)

Depois em nosso código chamar os botões de compartilhamento que queremos utilizar, a plataforma será definida pelo parâmetro type, como no exemplo a seguir:

<div class="social-bar"> <amp-social-share type="twitter"></amp-social-share> <amp-social-share type="email"></amp-social-share> <amp-social-share type="linkedin"></amp-social-share> <amp-social-share type="facebook"></amp-social-share> <amp-social-share type="whatsapp"></amp-social-share> </div>
Code language: HTML, XML (xml)

E o formato default será o seguinte:

Propriedades

Podemos modificar nossos botões de compartilhamento através de propriedades e o componente amp-social-share trabalha em geral com os seguintes atributos:

  • type – qual a plataforma que iremos compartilhar
  • data-target – se iremos abrir uma uma nova aba
  • data-share-endpoint – caso a plataforma em que requeremos compartilhar não esteja na lista acima podemos definir um endpoint caso a plataforma que queremos utilizar possua.
  • data-param-* – podemos adicionar atributos relacionados a plataforma em que queremos compartilhar o conteúdo.
  • width e height – podemos definir as dimensões de nossos componentes.

Customizando o estilo dos nosso botões

Por padrão sabemos que nosso componente carrega algum estilo como ícones e cores específicas da plataforma, também sabemos podemos modificar algumas funcionalidades e o formato do nosso botão através de propriedades.

Mas caso queiramos modificar a cor do nosso botão, por exemplo, para isso vamos precisar modificar o nosso CSS. Para essa ação podemos utilizar seletores específicos. Como no exemplo abaixo:

amp-social-share[type='twitter'], amp-social-share[type='facebook'], amp-social-share[type='email'], amp-social-share[type='whatsapp'], amp-social-share[type='linkedin'] { background-color: black; color: white; }
Code language: CSS (css)

No código acima temos a seleção dos items por tags e tipo, poderíamos aplicar um seletor genérico por tag, mas nesse exemplo eu adicionei o tipo como uma opção de alterar item a item.

Esse tutorial faz parte de um curso online que estou criando no meu canal do youtube, caso deseja acompanhar, só assinar o canal:

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