Categorias
AMP Accelerated mobile pages Geral WordPress

Plugins WordPress não são tecnologias ou processos

Navegando pelo YouTube encontro muitos vídeos, plugin de performance WordPress, plugin de SEO WordPress e outros casos como AMP pode matar o seu projeto. Muitas vezes criam uma visão com dois cliques eu irei resolver todos os meus problemas, plugins WordPress ajudam na automatização de tarefas mas muitas vezes criamos essa visão que eles resolvem todos os nossos problemas ou representam uma tecnologia ou um processo.

Por exemplo SEO é um assunto muito complexo, temos ótimos plugins disponíveis, mas o fato de instalar um plugin de SEO não vai resolver todos os seus problemas referentes ao tema. Eles ajudam e otimizar a realização de tarefas, mas temos que implementar o SEO de nossa aplicação como, inclusão de meta informações, inclusão e otimização de palavra chave e manutenção.

Somente a inclusão do plugin sem o cadastro de nenhuma informação pode prejudicar o SEO de sua aplicação, mas nessa situação é um problema do plugin ou do seu mal uso?

Dai caímos num segundo problema, culpar toda uma tecnologia ou processo por conta plugin, isso é muito comum de achar, por exemplo, no canal do mestre SEO do Fabio Ricotta que eu admiro bastante eu vi o seguinte relato:

Fabio sempre aponta informações baseado em experiências próprias, falando que sua experiência não foi válida mas analisando o vídeo vou comentar certos pontos:

  • Começando pelo título “Como AMP pode matar o seu projeto” já temos o direcionamento de para a tecnologia.
  • Nenhum momento ele especifica qual plugin utilizou generaliza o problema para tecnologia
  • Falhas como esquecer de adicionar código de tracking não é um problema da tecnologia
  • Depois atribuiu o fato plugin remover o código de tracking, novamente não é uma falha da tecnologia. Quando esse tipo de problema acontecer recomendado é notificar o desenvolvedor do plugin para que o problema não se repita
  • Por fim atribui limitações de não ter caixa de comentários, eu utilizo o plugin oficial do AMP tenho todas as funcionalidades do core do WordPress rodando normalmente, mas isso pode ser a limitação do plugin a qual ele utilizou
  • “por padrão o plugin cria uma versão tosca” – Importante especificar qual plugin foi utilizado, por exemplo, novamente a tecnologia sendo resumida a um plugin do AMP oficial a versão reader não é recomendada pelo próprio Google, mas existem opções de customização. Mas temos opções de disponibilizar uma versão idêntica a versão não-AMP.

Opiniões de influenciadores como o Fabio tem um peso muito grande e quem não conhece a tecnologia cria resistência sem mesmo nunca ter utilizado. Por isso é importante antes de compartilhar experiências ser mais específico sobre plugins WordPress e cenários de sua experiência.

Perfomance, SEO ou AMP, por exemplo, não se resumem apenas a instalar um plugin. O plugin de AMP facilitam o seu uso, mas a instalação sem o mínimo de configuração prejudicam a experiência do usuário. Além disso podemos criar um tema totalmente com AMP.

Performance não se resume a adicionar cache tem outra série de recursos que ações que melhoram o desempenho de sua aplicação. Além disso, SEO e Performance são tarefas continuas que nunca acabam precisam de manutenção constante.

Qualquer pessoa tem o total direito de não gostar de uma tecnologia específica mas é importante validar certos pontos antes de compartilhar qualquer opinião. Sou totalmente aberto a tecnologias e contra a clubismo com tecnologia. AMP possui pontos a melhorar assim com WordPress, JavaScript, PHP e outras linguagens, frameworks e CMSs.

Que você acha sobre o assunto? deixe um comentário com sua opnião.

Categorias
WordPress

Finalmente Gutenberg

No começo de dezembro de 2018 foi lançada a versão 5.0 do WordPress, posso falar de longe essa foi a versão mais controversa que eu já vi durante esses 10 anos que acompanho a plataforma. O ponto em questão foi o editor Gutenberg um update que muda toda a forma de se trabalhar com conteúdo dentro do WordPress. 

A nova forma de gerenciamento de conteúdo, vem com grandes mudanças devido a necessidade simples: evolução da plataforma, esse trabalho vem sendo realizado durante 2 anos, diversos testes e updates foram feitos. O projeto já venho acompanhando desde 2017, mas fiquei curioso para ver como seria a aceitação no twitter muitas e o resultado foi muitas pessoas reclamaram sobre o novo update. Um resumo do que eu vi durante essa semana foi:

1 – “comunidade” não foi ouvida

Muitas das reclamações no twitter foram que o update foi feito sem eles ouvirem a comunidade, se você esta mesmo engajado na comunidade, você deve ter ouvido falar do projeto Gutenberg a dois anos atrás, no último WordCamp US um dos temas chaves foi o Gutenberg, chats sobre updates eram realizados eram realizados. A resposta sim a comunidade foi ouvida. Muitas pessoas não sabem onde participar, isso é normal, outras só lembram do forum quando a coisa da ruim. Mas caso você queira participar: Meetups, WordCamps, Slack, forum são as formas oficiais de participar da comunidade. Twitter e facebook não são canais oficiais mas como o Mat Mullenweg falou no último WordCamp US comentários relevantes foram lidos nessas plataformas.

2 – Voce não é a maioria

Muito complicado quando entramos numa bolha pensamos que todo o mundo está no mesmo nível técnico que nós. Nos primeiros minutos da apresentação do Matt Mullenweg mostrou testes com usuários tentando colocar uma imagem ao lado de um texto, pode ser uma simples tarefa para você que sabe HTML e WP. Mas os testes mostram quão complexo é para um simples usuário e isso corresponde a +90% da internet. As principais mudanças do Gutenberg focam nesse grupo que mantem a plataforma.

3 – Acomodação

O conceitos de blocos é algo que afeta diretamente o ecossistema, está visível para todos os usuários diferente de uma REST API que funciona por trás das cortinas, um cliente normalmente não vai pedir uma REST API, Gutenberg vai estar lá para o usuário final vai ser comum clientes começarem a pedir blocos customizados. Aprender Gutenberg vai passar a ser algo relevante, mas a palavra aprender pode ser motivante para alguns devs e extremamente frustrante para outros. Uma pequena parte desse grupo que não gosta de atualizações, simplesmente lutam contra e fazem bastante barulho parecendo um grupo ainda maior. Dois anos atrás Matt veio na apresentação e disse estudem JavaScript e hoje o Gutenberg está ai com uma série de novas tecnologias que precisamos dominar, Dois pontos chave React e JavaScript e outras secundárias como EcmaScript 6, babel e Webpack. Já estão aparecendo soluções para simplificar nossa vida mas considero extremamente importante você ter uma base nessas tecnologias.

4 – Uma estrela não é contribuição

Uma chuva de reviews negativos no Gutenberg plugin, mas esse plugin foi diponibilizado para teste, essa era ideia os usuários testarem identificarem problemas. Era esperado que o plugin apresentasse algum erro, o usuário reportava a issue para ser corrigida. Marcar com uma estrela o plugin sem nenhum feedback não ajuda a plataforma. 

5 – Está tudo bem, você pode usar o editor clássico

O Gutenberg está ai mas você não é obrigado a utilizar, o desespero de muitos usuário poderia se resolvido com um simples clique para instalar o editor clássico novamente. O editor clássico não morreu vai estar disponível por mais dois anos. Gutenberg não está 100% tem muito para evoluir, esse update é um shift que vai revolucionar a plataforma, muita coisa ainda não está clara até o Matt Mullenweg, mencionou em sua palestra no WordCamp US, no decorrer do ano muita coisa vai ser definida, não por ele mas pela comunidade, como será feita a adoção, como os usuários irão reagir as mudanças.

A fase dois do Gutenberg já foi definido: https://make.wordpress.org/core/2018/10/05/gutenberg-phase-2-leads/

Caso queira acompanhar os updates do Gutenberg só manter o plugin instalado, as novas features serão criadas na versão do editor como plugin: https://wordpress.org/plugins/gutenberg/

Categorias
Eventos Mobile Dev Group São Paulo

8º Encontro FEMUG SP + 8º Encontro Mobile Dev Group São Paulo

Olá pessoal venho anunciar o nosso primeiro encontro do ano, esse encontro será uma parceria com o grupo FEMUG-SP. O grupo organizado pelo Daniel Filho, para quem não conhece o grupo vai uma breve descrição:

O “Front-End Meet-Up Group” é um projeto que nasceu da necessidade de unir os desenvolvedores Front-End de São Paulo, e então tornou-se uma idéia coletiva, para que o acesso à informação seja feito em qualquer lugar que haja interesse do aprendizado.

 

O FEMUG realiza encontros periódicos sem um local fixo cada mês uma empresa fica responsável por seder o espaço para o evento, neste mês o encontro será realizado na BlackBerry. O Tema ainda não foi definido, ele é fechado dias antes do evento, para acompanhar a discussão sobre o encontro acesse a lista no seguinte link: http://bit.ly/FEMUG-SP

As conversas sobre o encontro começaram no ano passado Demian Borba, conheceu Daniel Filho no FEEC Brasil em Recife, isso mesmo em Recife nós conhecemos o grupo de São Paulo. E nesse mês será um prazer receber o FEMUG nas instalações da BlackBerry Brasil, também convidamos os integrantes do Mobile Dev Group São Paulo participarem do encontro. Quem não acompanha o nosso Dev Group no Facebook vai perguntar “Que grupo é esse?”. No final do ano passado em uma reunião realizada entre os managers do Brasil decidimos mudar o nome dos grupos de “BlackBerry Dev Group” para “Mobile Dev Group”.

Essa mudança visa abrir os grupos para desenvolvedores de outras plataformas, com o foco no enriquecimento do conhecimento entre os desenvolvedores independente da plataforma, atualmente temos muitas tecnologias convergentes em várias plataformas, por exemplo, AIR, Unity e Phone Gap. O Apoio da BlackBerry aos grupos continua com o mesmo foco os desenvolvedores.

E agora chega de “Blá Blá Blá” vamos ao que interessa o encontro será nesta Quarta-feira, 15 de Janeiro de 2014 às 20:00h no Escritório da BlackBerry Brasil:

Centro Empresarial Nações Unidas, Torre norte – 35º andar
Av. das Nações Unidas, 12901 – Itaim Bibi
São Paulo

Interessado em participar do evento por favor se inscrever no seguinte link: http://www.eventick.com.br/femug-sp-8

E até lá pessoal.

 

 

 

Categorias
Eventos WordPress

Primeiro Meet up WordPress DRC

Neste sábado dia 26 de outubro rolou o primeiro meet up WordPress DRC o primeiro evento oficial do grupo WordPress Brasil em São Paulo. Nesse primeiro encontro organizado por Vogel Junior professor da DRC, contou com a presença de Cláudio Sanches e Rafael Funchal.

O evento teve início às 10 horas e rolou até as 13:30 teve um perfil bem informal, teve uma verdadeira aula sobre woo commerce. Hoje uma das principais ferramentas de e-commerce para WordPress os slides da apresentação você confere aqui:

Tive o prazer de conhecer o Cláudio no wordcamp Porto Alegre, um cara fantástico e extremamente talentosa. Com mais de 30 plugins no repositório do WordPress ainda tem tempo de prestar suporte a comunidade.

A segunda palestra com Rafael Funchal, foi uma apresentação do grupo WordPress Brasil mostrando alguns números sobre a plataforma e muitas dicas valiosas de como colaborar com o desenvolvimento do WordPress. Rafael deu algumas dicas sobre plugins que ele participou da tradução para o português.

Slides da apresentação do Rafael:

Rafael é um cara bastante ativo na comunidade junto com o Cláudio estão encabeçando a organização do WordCamp São Paulo.

Vale lembrar que as inscrições já estão abertas. No seguinte link :

http://2013.saopaulo.wordcamp.org/

Não perca tempo garanta já sua inscrição.

Categorias
Web WordPress

Ajude a comunidade WordPress

A comunidade brasileira de WordPress criou uma pesquisa para entender o perfil do desenvolvedor brasileiro que trabalha com WordPress. Essa pesquisa irá ajudar a desenvolver a comunidade WordPress no brasil.

Então se ainda não participou, participe!

http://wp-brasil.polldaddy.com/s/pesquisa-sobre-o-wordpress-no-brasil

Respondendo a pesquisa até hoje dia 23 de outubro você concorre a uma camisa do WordPress.