Flash Camp SP um evento como poucos

Sábado dia 19 de novembro rolou o Flash Camp SP como o título fala um evento como poucos, organizado pelo ASDEVS um evento sem objetivo comercial simplismente motivado pelo fato de desenvolver a comunidade. Sem essa história de que “essa ferramenta é a melhor” e nem “essa tecnologia é a melhor” e sim o que realmente interessa “o que é melhor para você?”. O que você precisa para ser um profissonal melhor, vou citar três pontos chaves que ouvi durante o evento :

  • Compartilhe sempre
  • Flash is not dead.(but)
  • Você escreve código ou desenvolver soluções

Isso eu posso extrair das 3 palestras que eu assisti, a primeira palestra foi com o Janderson Cardoso, falou sobre sua trajetória, o início de sua carreira como desenvolvedor, suas fontes e como organizou suas metas e um ponto chave foi pesquisar e compartilhar tudo que aprendeu, isso é um fator importante na carreira de TI.

Em seguida o Lee Brimelow evangelista da Adobe(Flash) veio para esclarecer muitos pontos sobre o panorama atual do flash e começou com o seguinte slide “Flash is not dead”. Mas iria tomar um rumo diferente o que o HTML5 não era capaz ainda de fazer isso seria responsabilidade do Flash. Investimentos em 3D, AIR  e games são as apostas do Flash para o próximo ciclo do cs6. Mostrou um pouco do edge e falou sobre a morte do flash player mobile.

Dois pontos foram chave para ele: a experiência de um site em Flash em um mobile é muito diferente para um desktop. E outro ponto muita coisa que o flash player mobile oferecia o HTML5 já oferecia e a adesão de apalhos mobile com html5 é maior que nos desktops graças ao domínio do mercado feito pelo ios e android.

Depois acompanhei um pouco o workshop sobre processing js que depois em outro post vou falar sobre. A última palestra do evento foi com Arthur Debert experiente programador desenvolveu a conhecida classe bulkloader. Falou sobre a historia das linguagens e suas evoluções como muita coisa se fala em novidade e está no mercado a muito tempo ou tem origem em algo mais antigo ainda. Criticou o comportamento do mercado como alguns profissionais são taxados como “Criativo”.

Desenvolver uma solução é algo que não necessita de criatividade? Pensar em arquitetura de soluções digitais é algo pobre? Outra crítica veio quando surgiu a pergunta “você gosta de algum trecho de código”? Isso parece estranho mas nós programadores produzimos códigos, mas não temos o costume de admira-los ou até simplesmente analisa-lós, contrario a outras profissões como um músico é difícil achar um músico que não tenha uma música ou artista preferido. Então foi uma dica que ele deixou leia código tente entender o que se passa na cabeça de grandes programadores.

Você escreve código ou desenvolve soluções? Outra pergunta que ecoou no auditório, isso também é um fator importante se você cria soluções você consequentemente não vai estrar preso a nenhuma tecnologia.

No final teve uma mesa redonda onde voltaram o assuntos HTML5 , morte FLEX, morte Flash Player mobile. E assim terminou o Flash Camp São Paulo um evento com  a mesma pegada do Flash Camp Rio. Um ambiente informal, mas de palestras sempre de alto nível, mesmo sendo patrocinado pela Adobe o evento tem opinião própria se apelo a ferramentes e sim a soluções. Agradecimentos ao Filipe Cunha e Jay Moretti pelo belo trabalho

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